terça-feira, 4 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Lixo orgânico é transformado em negócio lucrativo no Brasil
A destinação inteligente do lixo úmido já é realidade em várias empresas do Brasil. Uma delas consegue faturamento médio de R$ 100 mil por mês.
Fonte: Jornal do Globo – Coluna Sustentável
Lixo é um negócio lucrativo, e muito positivo para o meio ambiente, desde que tratado corretamente. O que se joga fora de comida por ano no Brasil daria para alimentar 30 milhões de pessoas. É a população do Iraque.
Cada um de nós gera em média um quilo de lixo por dia e mais da metade disso é matéria orgânica. São 22 milhões de toneladas de alimentos que para na lixeira. Resíduos que se transformam em uma bomba-relógio ambiental na maioria das cidades brasileiras.
Abandonados a céu aberto, os resíduos orgânicos vão parar nos lixões, viram chorume, que contamina as águas subterrâneas. Gás metano, que agrava o efeito estufa. Atraem ratos, moscas e baratas, que transmitem doenças.
É nesses locais que milhares de pessoas acabam vivendo, na tentativa arriscada de ganhar a vida, mas há quem já enxergue no lixo uma maneira correta de trabalhar e excelentes oportunidades de negócio. A destinação inteligente do lixo úmido já é realidade em várias empresas do Brasil.
De restinho em restinho chega-se a cinco toneladas de lixo por mês numa fábrica de produtos de beleza. “Antes a gente desenhava o procedimento mandando para aterro e hoje a gente utiliza nosso parceiro para fazer a compostagem então é um ganho para sociedade”, fala o diretor da Lóreal Brasil, Rogério Barbosa.
Numa outra fábrica de equipamentos, os recicláveis são separados num galpão e mais recentemente, o lixo orgânico também passou a ter um destino mais nobre. Sem gastar um centavo a mais. “A gente consegue evitar que vá a aterros sanitários, cerca de 3 mil kg de resíduos orgânicos por mês”, fala o gerente de fabricação de equipamentos da White Martins, Giovani Santini Campos.
Acompanhamos a rotina de uma das primeiras empresas do Brasil a transformar lixo orgânico em negócio lucrativo. O material é levado para um imenso galpão em Magé, na região metropolitana do Rio, onde acontece a compostagem.
“A compostagem de forma natural duraria em torno de cinco a seis meses. Através de um líquido, que funciona como catalisador do processo, a gente acelera isso para em média 40 dias”, explica o diretor comercial da Vide Verde, Marcos Rangel.
Outra vantagem desse sistema é que ele reduz drasticamente as emissões de gases de efeito estufa, que provocam o aquecimento global. Nos aterros de lixo, gera-se 400 gramas de gás para cada quilo de lixo orgânico. Nas composteiras, essa emissão fica em torno de quatro gramas, por quilo, 100 vezes menos.
O que antes era resto de comida vira material seco, sem cheiro ou riscos para a saúde. Misturado à terra preta, o composto é ensacado para então se transformar em um produto cobiçado no mercado de jardinagem.
Quem quiser pode produzir adubo orgânico dentro de casa. Em pelo menos cinco mil domicílios brasileiros, a Minhocasa é o destino final do lixo orgânico.
“O resíduo orgânico que a gente pode colocar dentro desse minhocário pode ser desde as cascas de frutas e verduras, os talos, como também o alimento que já foi cozido como sobra de arroz, feijão, macarrão, casca de ovo, borra de café, pão embolorado, tudo isso é bem-vindo”, conta o sócio-fundador da Minhocasa, César Cassab Danna.
O sistema inspirado num modelo de política pública adotada da Austrália funciona até em apartamentos pequenos. Em caixas fechadas, que não exalam mau cheiro, as minhocas realizam de graça a conversão do lixo em adubo.
Fonte: Jornal do Globo – Coluna Sustentável
Lixo é um negócio lucrativo, e muito positivo para o meio ambiente, desde que tratado corretamente. O que se joga fora de comida por ano no Brasil daria para alimentar 30 milhões de pessoas. É a população do Iraque.
Cada um de nós gera em média um quilo de lixo por dia e mais da metade disso é matéria orgânica. São 22 milhões de toneladas de alimentos que para na lixeira. Resíduos que se transformam em uma bomba-relógio ambiental na maioria das cidades brasileiras.
Abandonados a céu aberto, os resíduos orgânicos vão parar nos lixões, viram chorume, que contamina as águas subterrâneas. Gás metano, que agrava o efeito estufa. Atraem ratos, moscas e baratas, que transmitem doenças.
É nesses locais que milhares de pessoas acabam vivendo, na tentativa arriscada de ganhar a vida, mas há quem já enxergue no lixo uma maneira correta de trabalhar e excelentes oportunidades de negócio. A destinação inteligente do lixo úmido já é realidade em várias empresas do Brasil.
De restinho em restinho chega-se a cinco toneladas de lixo por mês numa fábrica de produtos de beleza. “Antes a gente desenhava o procedimento mandando para aterro e hoje a gente utiliza nosso parceiro para fazer a compostagem então é um ganho para sociedade”, fala o diretor da Lóreal Brasil, Rogério Barbosa.
Numa outra fábrica de equipamentos, os recicláveis são separados num galpão e mais recentemente, o lixo orgânico também passou a ter um destino mais nobre. Sem gastar um centavo a mais. “A gente consegue evitar que vá a aterros sanitários, cerca de 3 mil kg de resíduos orgânicos por mês”, fala o gerente de fabricação de equipamentos da White Martins, Giovani Santini Campos.
Acompanhamos a rotina de uma das primeiras empresas do Brasil a transformar lixo orgânico em negócio lucrativo. O material é levado para um imenso galpão em Magé, na região metropolitana do Rio, onde acontece a compostagem.
“A compostagem de forma natural duraria em torno de cinco a seis meses. Através de um líquido, que funciona como catalisador do processo, a gente acelera isso para em média 40 dias”, explica o diretor comercial da Vide Verde, Marcos Rangel.
Outra vantagem desse sistema é que ele reduz drasticamente as emissões de gases de efeito estufa, que provocam o aquecimento global. Nos aterros de lixo, gera-se 400 gramas de gás para cada quilo de lixo orgânico. Nas composteiras, essa emissão fica em torno de quatro gramas, por quilo, 100 vezes menos.
O que antes era resto de comida vira material seco, sem cheiro ou riscos para a saúde. Misturado à terra preta, o composto é ensacado para então se transformar em um produto cobiçado no mercado de jardinagem.
Quem quiser pode produzir adubo orgânico dentro de casa. Em pelo menos cinco mil domicílios brasileiros, a Minhocasa é o destino final do lixo orgânico.
“O resíduo orgânico que a gente pode colocar dentro desse minhocário pode ser desde as cascas de frutas e verduras, os talos, como também o alimento que já foi cozido como sobra de arroz, feijão, macarrão, casca de ovo, borra de café, pão embolorado, tudo isso é bem-vindo”, conta o sócio-fundador da Minhocasa, César Cassab Danna.
O sistema inspirado num modelo de política pública adotada da Austrália funciona até em apartamentos pequenos. Em caixas fechadas, que não exalam mau cheiro, as minhocas realizam de graça a conversão do lixo em adubo.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Alimentação saudável
Todos sabem que a alimentação é a coisa mais importante para termos uma vida saudável e uma boa disposição no nosso dia-a-dia.
Mesmo sabendo desses fatores importantes os brasileiros ainda continuam se alimentando mal e pessoas com obesidade e outros tipos de doenças causadas por esses fatores aumentam cada dia mais.
Existem alguns alimentos que devemos evitar não é necessário eliminar esses alimentos de suas refeições mais é muito importante evitar.
O consumo de sal em excesso nos alimentos pode causar hipertensão e doenças cardiovasculares. É necessário o uso moderado para evitar essas doenças.
O consumo de bebidas alcoólicas pode causar doenças como cirrose e é uma das principais causas de acidentes no transito.
O consumo excessivo de açúcar pode causar diabete e obesidade.
O consumo de gordura pode entupir nossas veias e assim consequentemente causar doenças cardiovasculares.
Saiba como se alimentar corretamente:
É importante dividir a alimentação em três refeições principais como café da manhã, almoço e jantar, e mais três lanches intermediários um após o café da manhã, um após o almoço e outro após o jantar.
É importante mastigar o alimento no mínimo 30 vezes a cada garfada o que proporciona uma melhor digestão.
Ingira muito liquido diariamente no mínimo 2 litros de água pode dia.
As fibras devem fazer parte de seu cardápio diariamente, pois auxilia na prevenção de doenças como câncer de cólon e colesterol.
Exercício físico é uma boa opção se você pretende perder peso e uma vida saudável.
Evite fazer refeições tarde, pois à noite o seu metabolismo é mais lento ai a digestão fica mais lenta e difícil.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Herói da vida real: Cozinheira da reciclagem
Feijoada vegetariana, yakisoba de casca de melancia, croquetes de casca de inhame e torta de talo de taioba. O cardápio pouco convencional, mas muito nutritivo, foi criado há um ano pela cozinheira Regina Tchelly, 31 anos, coordenadora e idealizadora do Favela Orgânica, para incentivar donas de casa a reaproveitar partes dos alimentos, que muitas vezes são descartados nas feiras da cidade e vão direto para o lixo. Todas as quintas, Regina dá aulas para mulheres na Associação de Moradores dos morros da Babilônia e Chapéu Mangueira, no Leme.
Na cozinha criativa e sustentável do projeto Favela Orgânica não há espaço para desperdício. Cascas, talos, caroços, folhas de verduras, legumes e frutas são transformadas integralmente pelas mãos de Regina, que aprendeu com os pais, na Paraíba, a reaproveitar os alimentos e a cultivar produtos orgânicos. Desde que se mudou para o Rio, há 11 anos, a doméstica ficou impressionada com a quantidade de frutas, legumes e verduras que eram jogados fora nas feiras da cidade. A cozinheira profissional decidiu então arregaçar as mangas para criar e testar receitas com alimentos que normalmente não entram na mesa do brasileiro, como cascas de inhame, melancia e banana.
“O segredo é cozinhar com amor, alimentar-se de forma saudável e compartilhar o conhecimento. Olha que saboroso!”, ensina ela, que adora inventar receitas, como risoto de casca de melancia e arroz de folhas verdes.
Palestras no exterior
Ela acaba de voltar da Itália, onde foi convidada a dar palestras sobre o projeto. No cardápio: arroz vermelho com talo de salsinha e farofa de óleo de babaçu com castanha e casca de banana. Regina também já foi tema de reportagem da BBC de Londres. Mas a fama não lhe subiu à cabeça. “Meu maior sonho é levar as oficinas para presídios, orfanatos e moradores de rua. Quero que, através da alimentação, as pessoas melhorem a autoestima, tenham mais qualidade de vida e aumentem a renda familiar com a culinária”, planeja a cozinheira, que procura trabalhar com cardápios que possam ser preparados por famílias ricas e pobres.
Atitudes como a dessa paraibana ajudam o país a combater o desperdício de comida. Segundo dados da Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa), apesar de o Brasil ser o 4º produtor mundial de alimentos, 20% de tudo o que é preparado nas cozinhas brasileiras têm o lixo como destino certo. Da produção até a distribuição, ficam pelo caminho 64% de tudo o que país fabrica em alimentos. Todo dia, perdem-se 39 mil toneladas, suficientes para alimentar 19 milhões de brasileiros, com café da manhã, almoço e jantar.
Além de mais saudável, a alimentação sustentável faz bem ao bolso, já que as refeições saem mais em conta. O projeto também procura estimular famílias a cultivar hortas no quintal de casa, adubadas com as sobras dos alimentos que não são aproveitados. Confira receitas no blog da cozinheira (http://favelaorganica.blogspot.com.br).
Retirado do site O Dia
Na cozinha criativa e sustentável do projeto Favela Orgânica não há espaço para desperdício. Cascas, talos, caroços, folhas de verduras, legumes e frutas são transformadas integralmente pelas mãos de Regina, que aprendeu com os pais, na Paraíba, a reaproveitar os alimentos e a cultivar produtos orgânicos. Desde que se mudou para o Rio, há 11 anos, a doméstica ficou impressionada com a quantidade de frutas, legumes e verduras que eram jogados fora nas feiras da cidade. A cozinheira profissional decidiu então arregaçar as mangas para criar e testar receitas com alimentos que normalmente não entram na mesa do brasileiro, como cascas de inhame, melancia e banana.
“O segredo é cozinhar com amor, alimentar-se de forma saudável e compartilhar o conhecimento. Olha que saboroso!”, ensina ela, que adora inventar receitas, como risoto de casca de melancia e arroz de folhas verdes.
Palestras no exterior
Ela acaba de voltar da Itália, onde foi convidada a dar palestras sobre o projeto. No cardápio: arroz vermelho com talo de salsinha e farofa de óleo de babaçu com castanha e casca de banana. Regina também já foi tema de reportagem da BBC de Londres. Mas a fama não lhe subiu à cabeça. “Meu maior sonho é levar as oficinas para presídios, orfanatos e moradores de rua. Quero que, através da alimentação, as pessoas melhorem a autoestima, tenham mais qualidade de vida e aumentem a renda familiar com a culinária”, planeja a cozinheira, que procura trabalhar com cardápios que possam ser preparados por famílias ricas e pobres.
Atitudes como a dessa paraibana ajudam o país a combater o desperdício de comida. Segundo dados da Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa), apesar de o Brasil ser o 4º produtor mundial de alimentos, 20% de tudo o que é preparado nas cozinhas brasileiras têm o lixo como destino certo. Da produção até a distribuição, ficam pelo caminho 64% de tudo o que país fabrica em alimentos. Todo dia, perdem-se 39 mil toneladas, suficientes para alimentar 19 milhões de brasileiros, com café da manhã, almoço e jantar.
Além de mais saudável, a alimentação sustentável faz bem ao bolso, já que as refeições saem mais em conta. O projeto também procura estimular famílias a cultivar hortas no quintal de casa, adubadas com as sobras dos alimentos que não são aproveitados. Confira receitas no blog da cozinheira (http://favelaorganica.blogspot.com.br).
Retirado do site O Dia
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
No Brasil, segundo dados do IBGE, 64% de tudo o que é plantado acaba indo para o lixo. Em contrapartida, 13,9 milhões de brasileiros passam fome. Além disso, desperdiçar comida está diretamente ligado aos gastos desnecessário de água e energia. Esses números levaram a jornalista Lydia Cintra, da revista Superinteressante, a preparar dicas de como evitar os desperdícios de alimentos.
Faça uma lista de compras antes de fazer suas compras no supermercado
Essa rotina faz com que o consumidor opte por coisas realmente necessárias. O cuidado com a quantidade deve ser ainda maior quando se trata de alimentos frescos, que estragam mais rapidamente.
Use a data de validade como critério
Escolher os itens em um supermercado pode ser uma aventura, e como em todas as atividades que apresentam um pouco de risco, as compras também exigem atenção redobrada. É preciso sempre estar atento aos rótulos, para saber a procedência, composição e mais importante, a data de validade. Assim é possível evitar a compra de produtos que certamente não serão consumidos antes do vencimento e terão como destino o lixo.
Cuidado com a mania dos olhos maiores que o estômago
Colocar no prato somente aquilo que vai comer é outro passo importante. Os pais costumam dar esse recado aos filhos, mas o cuidado deve existir em todas as faixas etárias. Em alguns restaurantes os clientes que desperdiçam comida são obrigados a pagar multas,
portanto é melhor repetir, do que jogar fora.
Não prepare mais comida do que o necessário
Esse mesmo cuidado tido na hora de montar o prato deve ser considerado no momento de preparar a comida. Lydia, indica o preparo alimentar sob medida. As famílias pequenas ou pessoas que moram sozinhas deve levar esse requisito a sério na hora de entrar na cozinha. Segundo ela, “a tática é boa para evitar que você coloque na panela mais do que vai no prato”.
Reaproveite partes esquecidas dos alimentos
A técnica do reaproveitamento de alimentos é essencial para ter uma alimentação consciente. Utilizar o alimento em sua totalidade evita que partes cheias de nutrientes sejam desperdiçadas. Isso pode ser aplicado a cascas de frutas e legumes, talos de vegetais, entre outras coisas que podem ser usadas em novas receitas.
Faça uma lista de compras antes de fazer suas compras no supermercado
Essa rotina faz com que o consumidor opte por coisas realmente necessárias. O cuidado com a quantidade deve ser ainda maior quando se trata de alimentos frescos, que estragam mais rapidamente.
Use a data de validade como critério
Escolher os itens em um supermercado pode ser uma aventura, e como em todas as atividades que apresentam um pouco de risco, as compras também exigem atenção redobrada. É preciso sempre estar atento aos rótulos, para saber a procedência, composição e mais importante, a data de validade. Assim é possível evitar a compra de produtos que certamente não serão consumidos antes do vencimento e terão como destino o lixo.
Cuidado com a mania dos olhos maiores que o estômago
Colocar no prato somente aquilo que vai comer é outro passo importante. Os pais costumam dar esse recado aos filhos, mas o cuidado deve existir em todas as faixas etárias. Em alguns restaurantes os clientes que desperdiçam comida são obrigados a pagar multas,
portanto é melhor repetir, do que jogar fora.
Não prepare mais comida do que o necessário
Esse mesmo cuidado tido na hora de montar o prato deve ser considerado no momento de preparar a comida. Lydia, indica o preparo alimentar sob medida. As famílias pequenas ou pessoas que moram sozinhas deve levar esse requisito a sério na hora de entrar na cozinha. Segundo ela, “a tática é boa para evitar que você coloque na panela mais do que vai no prato”.
Reaproveite partes esquecidas dos alimentos
A técnica do reaproveitamento de alimentos é essencial para ter uma alimentação consciente. Utilizar o alimento em sua totalidade evita que partes cheias de nutrientes sejam desperdiçadas. Isso pode ser aplicado a cascas de frutas e legumes, talos de vegetais, entre outras coisas que podem ser usadas em novas receitas.
Não é fácil ser consumidor em tempos de sustentabilidade. São muitas as implicações de cada escolha e as alternativas nem sempre são evidentes. No terreno da alimentação, o elo do consumo se entende para impactos ambientais, comércio justo, inclusão social, saúde.
São princípios simples, como reaproveitar sobras das refeições, comprar em feiras de produtores agroecológicos e consumir alimentos da época. Muitos deles já são, inclusive, seguidos pelos consumidores. Nossa intenção era criar um lugar de convergência, onde muitas ações se encontram – todas debaixo dos mesmos princípios.
- Desperdício: Estima-se que cerca de um terço dos alimentos em todo o mundo são desperdiçados no caminho entre a produção e o prato. O aplicativo sugere formas de planejar as refeições semanais de modo a evitar que a comida estrague. As dicas incluem colocar etiquetas nos alimentos com a data de validade bem visível, não ter vergonha de pedir as sobras para viagem em um restaurante e plantar os próprios temperos, o que faz com que o consumidor só utilize o necessário de um alimento sempre fresco.
- Desperdício: Estima-se que cerca de um terço dos alimentos em todo o mundo são desperdiçados no caminho entre a produção e o prato. O aplicativo sugere formas de planejar as refeições semanais de modo a evitar que a comida estrague. As dicas incluem colocar etiquetas nos alimentos com a data de validade bem visível, não ter vergonha de pedir as sobras para viagem em um restaurante e plantar os próprios temperos, o que faz com que o consumidor só utilize o necessário de um alimento sempre fresco.
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